Ninguém sabe o que sei agora,
ninguém sente o que sinto agora.
Agora é a minha hora,
com o coração acelerado, disparo
e disparatado eu vou,
sem pensar em voltar.
Os meus olhos marejados
querem só olhar para frente.
Deixo o passado e
vou escrever o amanhã...
e que ele seja novo e
de novo eu titubeio...
e aqui fico
e novamente parado desprego essas letras
apenas tirando-me o peso que aqui existe.
Guardo essa folha de papel
num fundo de uma gaveta e sigo,
só olho pra frente
e caminho livre,
leve,
pois o peso ficou aqui
nessas palavras dissonantes e sem sentido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário